domingo, 24 de outubro de 2010

Dia do Aviador - 23 de outubro


No Dia do Aviador cultivamos a memória de uma das nossas mais valiosas figuras históricas - Alberto Santos Dumont, um brasileiro reconhecido e condecorado em vários países.
Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje chamada Santos Dumont, em Minas Gerais.
Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.
Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, em sua primeira ascensão aerostática.
Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.
Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam.
Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento, conforme sua concepção. Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou, sua criação nos dirigíveis 2 e 3.

Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências diversas que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.

Entre os dias 25 de julho e 23 de outubro de 1898, no Campo de Bagatelle, em Paris, voou perante a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França, ganhando a taça ARCH-DEACON, por realizar o primeiro vôo de aparelho mais pesado que o ar. Posteriormente, ele criou o nº 16, usando um motor.
Santos Dumont subvencionava suas atividades aeronáuticas com seu próprio dinheiro. Em 1901, encher um balão de 620 metros cúbicos com hidrogênio custava-lhe aproximadamente US$ 500,00.
Mais tarde foi transformado em biplano. No nº 18, a principal experiência foi um deslizador aquático e a tentativa foi demonstrada no Rio Sena.
Ele estava inclinado a crer que a verdadeira função dos veículos aéreos consistiria no transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas. Santos Dumont tentou levar o mundo a partilhar de suas
idéias em vão.
Os homens mais eminentes não as aceitavam e a imprensa, noticiando os seus desastres, apelidava-o de "Santos Desmonta". Em 1902, entretanto, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno.
Santos Dumont aceitou. O jovem brasileiro, com o seu ar afável e negligente, era visto em jantares com o Príncipe de Mônaco e em ceias com os grandes banqueiros. No mar, as embarcações faziam cortejo em sua honra. Célebres corredores de automóvel aceleravam os seus carros na estrada do litoral, chegando a ultrapassar 60 quilômetros por hora, para acompanhar o seu vôo.
Depois de muitas experiências com aparelhos que eram metade avião, metade balão, Santos Dumont galgou novos êxitos. Em 1906 deu ao mundo a primeira demonstração pública de vôo num aparelho "mais pesado que o ar". (Os irmãos Wright só vieram a voar publicamente em 1908.)
Criou depois os primeiros monoplanos bem sucedidos, construídos de bambu e seda japonesa que não pesavam, incluindo motor e aviador, mais que 110 quilos, os Libélulas.
Em 1909, resvalando pelas cercas e pelas copas das árvores na sua segunda Libélula, bateu um novo recorde, ao alcançar 95 quilômetros num percurso de oito quilômetros. Foi seu último triunfo.
Já em 1909, a aviação começava a escapar das mãos dos inventores para as dos engenheiros e mecânicos. Nos hangares, Santos Dumont encontrava homens mal-educados.
Os homens da aviação só pensavam em corridas e pequenos concursos para ganhar prêmios. Para um homem com a educação requintada e os ideais de Santos Dumont, isso era intolerável. E, por este motivo, retirou-se da arena.
Como ganhador do prêmio Nobel, Santos Dumont acreditava que as suas invenções haviam de tornar tão terrível a guerra, que os homens não pensariam mais nela. Tal convicção sofreu um rude golpe quando foi
declarada a Primeira Grande Guerra Mundial. O aeronauta isolou-se na sua casa, nos arredores de Paris, onde sofreu acessos de neurastenia, atribuindo a si a responsabilidade pelo conflito.
Nos anos que se seguiram ao Armistício, cada desastre de aviação avivava a sua crença de que a dádiva que fizera ao mundo era, na realidade, uma invenção infernal.
Voltando de navio para o Brasil, em 1928, ele presenciou um avião da Condor caindo no mar, matando seus tripulantes. Santos Dumont assistiu aos funerais e, depois, encerrou-se por vários dias num quarto de hotel.
Quando aconteceu o desastre do dirigível R.101, tentou se suicidar. Desde então, os parentes e amigos passaram a exercer estreita vigilância à sua volta. Durante a Revolução Paulista de 1932, Santos Dumont via passar, pelos céus de sua terra natal, a máquina concebida por ele, sendo utilizada como poderoso instrumento de destruição.
Aquele era o mesmo tipo de aeroplano que, um dia, dera a triunfante volta na Torre Eiffel! Um dos sobrinhos que sempre o acompanhava deixou-o sozinho por alguns momentos. Ao voltar, não mais o encontrou com vida.
Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. Desistiu da vida com a mágoa de ver seu invento, criado para servir, sendo usado para destruir o homem.
Seu coração se encontra no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, em artístico escrínio de ouro, para que os oficiais que lá se formam possam sentir sua nobreza e seu pulsar indefinidamente, nos corações de todos os brasileiros.

sábado, 16 de outubro de 2010

Alcançando o sorriso de nossos clientes.



Ação promocional tem ótima aceitação pelos clientes da Puma.

Em uma iniciativa inovadora com relação aos concorrentes, por parte de nosso Coordenador de Serviços de Bordo, Paulo Almeida e por nossa Gerente de Marketing, Emily Bittencourt, atingiram em cheio o bom humor de nosso passageiros. Em nosso check-in, um artista fazia caricaturas dos clientes, no avião, já embarcados, nossas comissárias entregavam as gravuras. Um verdadeiro sucesso. Veja os depoimento de nossa comissária Aldacely:


Foi gratificante ver o semblante de todos ao se identificarem nas caricaturas. Inclusive, isso virou motivo de piada sadia entre os passageiros.Foi um momento de diversão a bordo.
Eu e a Denise Maia fizemos as entregas e nos divertimos também pois,os passageiros faziam questão de nos mostrar suas caricaturas!!! Foi hilário!
Os passageiros riram muito com os ricos detalhes dos desenhos.
Realmente ficaram perfeitos.Fiz questão de conferir.

Comissária Aldacély Milsoni.


Veja na lateral do blog as fotos

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Puma Air inicia voo diário para Fortaleza em novembro


Em 29 de novembro, a Puma Air inicia a operação do voo que ligará as cidades de Belém (PA) e Fortaleza (CE). Para a nova operação, a companhia utilizará o Boeing 737-300, com configuração para 132 passageiros. O voo sairá da capital paraense às 20h45, chegando ao Ceará às 22h35. Na rota inversa, a aeronave decola de Fortaleza às 23h05, aterrissando em Belém às 0h55.

De acordo com o diretor comercial da Puma Air, Eduardo Figueiredo Filho, o interesse por Fortaleza surgiu após a companhia observar a grande demanda turística e comercial da região. “A Puma Air verificou que a cidade é bastante procurada, sem falar que é a capital de integração com todo o Nordeste”, explicou ele.

sábado, 21 de agosto de 2010

Puma Air aposta em rota Brasil/Angola

Boeing 737-300 utilizado nas operações da companhia aérea

De olho em rotas internacionais, a Puma Air pretende iniciar vôos diários na rota Brasil/Angola. O vice-presidente da companhia aérea, Jorge Vianna, justifica a operação em função do número de brasileiros que vivem em Luanda, capital daquele país. Estima-se que, pelo menos, 50 mil brasileiros vivem em Luanda. Outra justificativa para a operação é a forte presença de empresas brasileiras, entre as quais a Petrobrás, com atividades naquele mercado.

A companhia aérea operava apenas regionalmente, ligando cidades do interior do Pará com a capital do estado. Com venda para o empresário Gleison Gambogi de Souza, três meses atrás iniciou vôos diários para Belém, Macapá (AP) e Guarulhos (SP), com os quais assumiu a quarta posição no transporte de passageiros, entre as 11 companhias regionais do país, conforme dados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Segundo Vianna, a expectativa da companhia é transportar um milhão de passageiros nos primeiros 12 meses de atuação, entre vôos nacionais e para o exterior. Em termos de participação de mercado, ele indica que isso equivale a uma fatia de 1,5% dos vôos doméstico e de 2,5% dos internacionais.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Puma Air a caminho do IOSA!





Lançado em 2003, o certificado é o mais completo e aceito atestado internacional em segurança operacional na aviação civil. O Programa IOSA é reconhecido internacionalmente como referencia mundial para o gerenciamento da segurança operacional.

A certificação inclui dez aspectos principais para uma operação segura em uma companhia aérea:

• Controle operacional;
• Operações de vôo:
• Despacho operacional de vôo;
• Engenharia e manutenção das aeronaves;
• Operações de cabine, “ground handling” (check-in e service de solo);
• Operações de carga, security e trinamento de todas as áreas envolvidas na operação.


O nosso comitê diretivo para o IOSA é formado por:

• Salvador Storino Neto – Agente de Segurança de Vôo e Presidente do Comitê;
• Mauricio Melo – Gerente Adominstrativo Financeiro;
• Edson de Almeida Calcagno – Security;
• Flavio Gomes Ferreira – Gerente de Engenharia

Teremos muito trabalho a fazer, e contamos com a participação de toda a Equipe Puma Air.

Obrigado a todos!


quinta-feira, 27 de maio de 2010

Puma Air, uma nova fase


Vivendo uma nova fase, a Puma Air Linhas Aéreas adotou uma nova identidade visual institucional, buscando nas origens a vocação de empresa inovadora e excelente prestadora de serviços. A companhia aérea optou pelo slogan “Puma Air. Viajando sem Limites” para destacar o início de seus voos diários para Belém (PA), Macapá (AP) e Guarulhos (SP) e os seus planos de expansão nacional e internacional – anteriormente, a companhia aérea operava regionalmente, ligando cidades do interior do Pará a capital Belém.

A ideia foi atualizar a marca para deixá-la com mais aerodinâmica, transmitindo o conceito de movimento da aeronave. A Puma Air já levou a identidade visual para todas as bases, papelaria, uniformes da equipe e a aplicou na fuselagem da aeronave, um Boeing 737-300. As lojas nos Aeroportos de Belém e Macapá também já contam com a nova logomarca.

“Além de ajustar todas as peças que fazem parte do dia a dia da empresa com a nova identidade visual, estamos iniciando a construção de um conceito e uma linha de comunicação moderna, acolhedora e muito bonita, que em breve será lançada nas mídias escolhidas. A Puma Air não será ostensiva, mas será muito assertiva. Queremos mostrar ao clientes finais e aos parceiros corporativos os nossos diferenciais e a nossa competência em atender bem”, enfatiza a gerente de marketing da companhia, Emily Bittencourt. .

A primeira peça lançada foi o Puma on Air, um informativo que trará novidades e vai circular entre todos os clientes cadastrados no site da empresa.